domingo, 1 de agosto de 2010

Olho vivo






Já faz algum tempo - uns 5 anos - eu vi no Programa do Jô uma mulher falando sobre uma peça que ela estava apresentando, eis que aquele pequeno trecho que ela comentou, mudou minha vida. Se tratava de uma daquelas estórias para ensinar valores que era mais ou menos assim:

Uma viuva que tinha consigo sete filhos um belo dia ganhou uma galinha, religiosa que sempre foi, antes de comer a galinha foi para a igreja perguntar ao padre se ela podia ou não matar a galinha o padre então foi para seus livros estudar o caso. Passou-se um tempo e a padre decidiu que não poderia matar aquela galinha já que se tratava de um ser vivo que assim como todos merece viver então pediu a sua governanta para entregar a galinha  mulher e lhe dizer para não matar a galinha e a governanta foi porem, disse a mulher que ela podia matar a galinha, o padre mais do que irritado, indignado perguntou a governanta porque disse aquilo a governanta respondeu - O senhor olhou para a galinha e olhou para os livros e decidiu que não se podia matar a galinha, eu olhei para a galinha e olhei para aquela família faminta e decidi que podiam sim matar a galinha.

E a melhor frases de todas - "É preciso saber quando o certo é certo e quando o errado é errado mas principalmente quando o certo é errado e o errado é certo" - Sempre existe um porém e por isso sempre me irritei com pessoas muito religiosas que seguem a bíblia ao pé da letra, olhe a sua volta antes de definir.

Além do fato da governanta ter notado isso e não o padre (realista) outra coisa que adorei foi o exemplo dado que foi definido a tanto tempo como exceção, matar para se alimentar que ninguém percebe que na bíblia está escrito não matarás a nenhum outro ser vivo. 

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